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Artigo

Por Israel Aéce - Categoria: ASP.NET 2.0 - Data da Publicação: 08/11/2006 00:29:40


WebParts

WebParts


Dentre todas as novidades que foram incluídas dentro do ASP.NET 2.0, não podemos descartar as chamadas Web Parts. O uso delas permitem que os usuários finais da aplicação possam modificar o conteúdo da página, a aparência e também o comportamento, sem recorrer a códigos e/ou operações mais complexas. Para aqueles que já estão familiarizados com o Windows Live Spaces, verão que o mesmo faz o uso dessas Web Parts. Além do Windows Live Spaces, ainda temos o mais recente Live.com, o qual provavelmente faz o uso desse recurso.

Essas modificações que o usuário tem direito de fazer podem ser aplicadas somente a ele ou a todos os usuários da aplicação. Isso dependerá muito das regras da sua aplicação e, além disso, você ainda pode persistir as configurações realizadas e, conseqüentemente, terá os valores entre múltiplas sessões do usuário.

As Web Parts permitem ao desenvolvedor criar aplicações mais ricas e ao mesmo tempo deixar o usuário customizar como ele desejar. No decorrer deste artigo, vamos conhecer as principais funcionalidades disponibilizadas pela arquitetura de Web Parts.

Conteúdo

  • Introdução e Arquitetura
    Através desta seção veremos uma introdução a respeito das Web Parts e também alguns conceitos. Além disso, abordaremos a arquitetura das classes que compõem o namespace System.Web.UI.WebControls.WebParts, entendendo como funcionam as hierarquias e como extendê-las quando necessitamos de algo mais customizado.

  • Manipulação e Configuração
    A utilização e manipulação das Web Parts se dá pelo uso de controles que foram adicionados à ToolBox do Visual Studio .NET 2005. Através do uso destes controles, temos grande partes das funcionalidades disponibilizadas pela tecnologia. Veremos no decorrer desta seção a maior partes destes controles e também os editores e os catálogos, que nos permitem editar cada uma das Web Parts e catalogá-las.

  • Conexões
    As conexões são utilizadas para estabelecer uma comunicação entre duas Web Parts. Existem dois tipos de conexões: as estáticas e as dinâmicas. A partir desta seção iremos entender como criar e configurar as conexões estáticas e dinâmicas.

  • Exportação e Importação
    Dentro das Web Parts temos a possibilidade de exportar as Web Parts existentes na página e restaurá-las em algum outro momento. A importação é realizada justamente para fazer o processo inverso, ou seja, permitir que o usuário traga para dentro da sua aplicação uma Web Part existente e o mais importante: isso tudo é feito pelo usuário final.

  • Segurança
    A Microsoft também se preocupou com a segurança de uma Web Part. Para isso, ela incluiu um evento chamado AuthorizeWebPart da classe WebPartManager, que permite-nos tratar se o usuário corrente tem ou não direitos de acessar a Web Part em questão.

  • Personalização e Provider
    O foco desta seção é demonstrar como persistir as modificações que o usuário fez durante o seu tempo dentro da aplicação. Isso irá permitir que as configurações serão mantidas entre múltiplas sessões do usuário. Veremos também como essas informações são persistidas e quais as possibilidades e repositórios possíveis para armazenar tais informações.

Conclusão: Como vimos através deste artigo, as Web Parts disponibilizam uma grande gama de controles e funcionalidades para simplificar e tornar mais ricas as nossas aplicações, que anteriormente necessitavam escrever muito código (principalmente código cliente (Javascript e DHTML)) para alcançar o mesmo resultado.


2005. Projetando.NET.